
No início dos anos 90, o fotógrafo da Benetton, Oliviero Toscani, publicou um livro chamado “A publicidade é um cadáver que nos sorri”. Nesse trabalho, Toscani previa a morte da propaganda de massa. Conhecido por suas fotos audaciosas (como a que você vê aí ao lado, que poderia ilustrar a carreira de muitos políticos brasileiros), Toscani veio ao Brasil e enfrentou o publicitário Petit, da DPZ, em um debate na TV Cultura. Saiu-se muito bem, enquanto Petit demonstrou despreparo e arrogância.
Penso que, hoje, a publicidade continua a ser um cadáver, mas ao contrário do início dos anos 90, quando ela ainda sorria, hoje não sorri mais. Quando pensar em propaganda, tenha em mente dois dados: 90% das marcas que estão nas prateleiras de supermercados não investem em propaganda de massa; e as pequenas e médias empresas que investem em propaganda se frustram, invariavelmente. Por que será? Clique aqui e veja o que diz uma pesquisa recente sobre uso de ferramentas de marketing. Veja, por exemplo, que as mídias eletrônicas, ou Internet, já superaram a propaganda de massa como ferramenta de marketing quando as empresas buscam resultados.
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